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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

THE HARDEST LANGUAGES TO LEARN

Clique nas imagens para vê-las ampliadas:







Fonte: 9gag

terça-feira, 28 de agosto de 2012

THE SHOE IS ON THE OTHER FOOT



Qual seria sua primeira reação ao se deparar com a frase The shoe is on the other foot ?

Literalmente, sua tradução seria: "O sapato está no outro pé".

Mas, na verdade, essa expressão possui um sentido bem interessante.

Ela se aplica a momentos em que alguém passa pela mesma situação (geralmente ruim) que outra pessoa.

Seria algo como "estar na pele do outro" ou "sentir na pele".

Exemplo: 

When the policeman was arrested, he learned what it was like to have the shoe on the other foot.

"Quando o policial foi preso, ele descobriu como é estar na pele do outro."

É curioso notar a diferença entre as expressões nos dois idiomas. 

Enquanto a língua portuguesa faz alusão à pele, a inglesa transmite a mesma idéia fazendo referência ao sapato!

Hope you liked it!

Cya!

sábado, 25 de agosto de 2012

ENGLISH IS EASY. IT COULD BE GERMAN!

Pense muito bem antes de reclamar, maldizer, escorraçar e amaldiçoar a língua inglesa.

Você poderia estar estudando alemão!

Abaixo, segue uma singela tabela mostrando os artigos definidos (o/a/os/as) em alemão e em inglês.

Agora responda: Inglês é mesmo tão difícil?


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

HOW DO YOU SAY "MATCH" IN PORTUGUESE? REALLY? THINK AGAIN!

Qual é a tradução de "match"? A resposta é: depende.

A palavra "match" tem mais de um significado. Para cada sentido, há uma palavra correspondente em português. Confira abaixo: 




O inverso também ocorre. A palavra "ponto", por exemplo,  também possui várias conotações. Para cada acepção diferente, há um equivalente em inglês, como pode ser visto aqui  

O contexto, como sempre, irá indicar a melhor saída para cada caso.

Cya!

sexta-feira, 27 de julho de 2012

ENGLISH & FRENCH - A LONG STORY



Embora esse blog fale exclusivamente da língua inglesa, esse post será sobre francês. Ou quase.


Apesar da grande rivalidade entre Inglaterra e França, (ou por causa dela, como veremos a seguir) existem muitas palavras em inglês derivadas da palavra French, que significa "francês". 


Ironicamente, muitas delas não tem qualquer relação com o país e nem mesmo com o idioma.


Abaixo, seguem alguns exemplos:


French fries - Batatas fritas
Também conhecidas como freedom fries. Apesar do nome, o prato tem raízes belgas. Sua história pode ser vista aqui.


French kiss - Beijo de língua
O "beijo francês" é igualmente conhecido como soul kiss. Além de substantivo, já virou até verbo (to French kiss).  A origem da expressão remete ao início do século XX. Uma das teorias diz que os franceses sempre foram considerados sensuais, românticos e até mesmo promíscuos. Por isso, o beijo de língua - uma forma de expressar o amor - ganhou fama francesa.


French toast - Rabanada
Literalmente, seria "torrada francesa". Conhecida também como nun's toast. A rabanada é uma fatia de pão que, depois de molhada em leite, vinho ou calda de açúcar, é passada por ovos e frita. Embora tenha "French" no nome, o prato não surgiu na França. Por lá, a iguaria é conhecido como pain purdue, ou seja, "pão perdido". Isso porque na Europa medieval, onde de fato surgiu, os cozinheiros tinham dois problemas: Saciar a fome das diversas bocas e não desperdiçar nada. Por esse motivo, utilizavam até mesmo pão velho (ou perdido) em suas receitas.


To take French leave - Sair à francesa
"Sair à francesa" é ir embora de um evento social ou festa sem avisar ou se despedir do anfitrião. Curiosamente, a mesma expressão em francês é filer à l'anglaise, ou seja, "sair à inglesa".


French disease - Sífilis
Ao pé da letra a expressão significa "doença francesa" e é um termo antigo que se refere à doença, conhecida também como syphilis, em inglês. Em francês, adivinhem, a mesma doença é conhecida como la maladie anglaise, ou seja, "a doença inglesa". É muito amor.


Pardon my French - Desculpe-me pelo linguajar/Desculpe o palavreado
Sabe quando você está prestes a usar um palavrão e já se desculpa antes mesmo de dizê-lo? Então.
É usada quando algum falante de língua inglesa vai soltar um palavrão daqueles bem cabeludos, e já se desculpa pelo termo chulo que vem por aí. Essa expressão surgiu porque os franceses, notoriamente, adoram falar palavrões. Merde!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

OS FANTÁSTICOS HIPERPOLIGLOTAS

A revista Superinteressante desse mês traz uma reportagem fascinante para pessoas que se interessam por idiomas: Os hiperpoliglotas.


A matéria fala sobre as incríveis pessoas que aprenderam centenas de outras línguas. Você não leu errado. Centenas.


O texto traz informações bastante relevantes sobre o que podemos fazer para facilitar o nosso aprendizado, como por exemplo:

  • Quanto mais cedo começamos a estudar um novo idioma, melhor é; após a puberdade os hormônios dificultam a reprodução de um sotaque mais autêntico.

  • Aprender dezenas de línguas não é o mesmo que ser fluente em todas; hiperpoliglotas, apesar de conhecerem centenas de idiomas, só conseguem ser fluentes em no máximo dez ao mesmo tempo. Para tornar-se fluente em um idioma já previamente estudado e conhecido, o hiperpoliglota deve estudá-lo por pelo menos uma semana, para "reativá-lo";

  • Possuímos duas memórias: a memória de longo prazo (cuja capacidade é aparentemente infinita e onde ficam guardadas as informações dos outros idiomas não-fluentes) e a memória ativa (que possui uma capacidade muito menor e onde estão armazenadas as informações dos idiomas fluentes). Os idiomas na memória de longo prazo ficam "comprimidos" e levam um certo tempo para migrarem para a memória ativa.

  • A habilidade no aprendizado de um novo idioma sugere influência genética; se você tem facilidade para aprender idiomas, certamente seus filhos também terão.

  • Motivação é fundamental. Com uma boa razão para atingir seus objetivos, tudo fica mais fácil.

  • Dedique-se: Nada acontece por acaso. Os hiperpoliglotas passam pelo menos três horas por dia estudando.

  • O uso de um novo idioma nada mais é do que a capacidade de acessar informações de uma maneira organizada e traçar caminhos no cérebro para encontrá-las; não basta saber, é preciso saber como usar. Para isso, pratique o máximo possível.

  • Pessoas que sabem mais de um idiomas possuem maior capacidade de concentração e são menos propensas a sofrer com o Mal de Alzheimer.

  • Mascar chicletes e tomar café durante o estudo fazem bem: Estudos mostram que os chicletes reduzem a sensação de "dar branco" e o café aumenta a atividade na parte do cérebro onde a memória ativa é controlada.

  • Falar sem sotaque não deve ser seu objetivo; Mesmo fluente em russo há 60 anos, um hiperpoliglota brasileiro ainda é reconhecido como estrangeiro.

Abaixo, segue a reprodução da matéria.


Cya!